Não podemos assistir de braços cruzados que essa única empresa detenha na rede mundial de computadores a marca AMAZON. A meta é coletar o maior numero possivel de assinaturas, que serão entregues ao ICANN.

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A multinacional Amazon.com, empresa norte-americana de vendas online, pediu o registro do domínio .AMAZON na rede mundial de computadores. O pedido foi feito à ICANN, sigla em inglês para Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números, responsável pela coordenação global do sistema de identificadores exclusivos da Internet, entre eles endereços numéricos e os respectivos nomes de domínio.

Caso seja aprovado, o domínio será exclusivo da empresa, privando interesses de brasileiros, peruanos, bolivianos e demais países que compõem a Amazônia Global, do direito de registrar na Internet qualquer site cujo nome termine em .AMAZON. Na prática, significa que uma organização dos países da Amazônia Global só conseguirá registrar um site com o final .AMAZON se tiver autorização prévia da empresa Amazon Inc, Endereços como “www.manaus.amazon”, “www.river.amazon”, "www.acai.amazon", "www.ianomani.amazon". Emfim, "www.qualquercoisa.amazon" seriam exclusivos da empresa detentora deste domínio de primeiro nível. E mais, fizeram o pedido do registro em várias línguas. Isso é muito grave!

É grave porque interesses...

Notícias

Chega material para divulgar campanha e estimular assinaturas

A campanha Nossa Amazônia começará, em breve, a distribuir panfletos, cartazes e adesivos de divulgação, com a finalidade de estimular os brasileiros a assinarem a petição online contra a autorização do domínio .amazon na internet.

O material gráfico chama a atenção para o fato de que a multinacional Amazon, empresa norte-americana de vendas online, quer registrar e se apropriar de um nome que faz referência à Amazônia, um patrimônio da América do Sul.

A multinacional pediu o registro à Corporação da Internet para a Atribuição de Nomes e Números (ICANN), que, por sua vez, enfrentou uma resistência dos governos e do Comitê Assessor de Governos (GAC), que acolheu o pedido dos países contrários ao domínio genérico e posicionou-se em desacordo ao registro. Cabe, agora, a decisão à diretoria da Icann, ainda sem data definida.

Caso seja aprovado pelo ICANN, o termo amazon ficará restrito ao uso pela multinacional. Com isso, qualquer país que componha a Amazônia Global (Brasil, Peru, Bolívia, Colômbia, Venezuela, Equador, Guianas e Suriname, por exemplo) ficam impedidos de registrar, na internet, qualquer site cujo nome contenha a expressão .amazon.

A petição online, que coleta assinaturas dos brasileiros contrários ao registro, está dispon&...